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Aranhas
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No reino animal existem milhares de espécies conhecidas, com biologia comportamental distinta.

Mesmo quando se trata de indivíduos de uma mesma família, e as aranhas possuem a mesma característica.

Apesar de possuírem hábitos solidários e disponibilizarem teias para captura de alimento e proteção, elas podem habitar pontos distintos em um mesmo ecossistema ou meios urbanos, conseqüentemente alimentar-se de animais totalmente diferentes. Abaixo estão exemplificadas as espécies mais importantes para o controle de integrado de pragas:

Lycosa erythrognatha: Conhecida informalmente como aranha de jardim.

Possui uma grande importância no controle de insetos em jardins e vegetações, são facilmente encontradas nestes locais e proximidades de residências arborizadas, não são agressivas, porém em contato com a pele, sua picada é muito dolorosa e geralmente não desenvolve necrose. Sendo assim o tratamento com anti-aracnideos é dispensável.

Phoneutria nigriventer: A aranha Armadeira é uma espécie muito agressiva e assim como as aranhas de jardim vivem em locais de vegetações geralmente sob rochas e troncos de madeira com bastante umidade. A principal maneira de reconhecê-la é por sua posição de ataque muito característica. Em caso de acidentes, a vacina anti-aracnideos evita maiores transtornos a vitima.

Controle de Aranhas: locais com uma densidade vegetativa acentuada recebem naturalmente visitas rotineiras destes indivíduos em busca de alimentos, e por não se tratar de um inseto e não se tratar de um animal rasteiro faz-se necessário uma carga de defensivos químicos que integrem o ambiente durante um tempo prolongado e que atuem gradativamente, além de monitoramentos constantes para que o controle seja eficiente.

Baratas
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As baratas são insetos altamente proliferativos e não possuem exigência de alimento, além de resistirem a condições adversas com facilidade. Por este motivo o sucesso evolutivo das baratas são estudados por pesquisadores em todo o mundo.

Elas podem ovopor semanalmente em ootecas com uma média de 15-20 ovos dependendo da espécie, fartura de alimento e condições climáticas por serem cosmopolitas (existem no mundo todo) seu tratamento requer um alto nível de conhecimento e dedicação, pois em um mesmo ambiente é possível que seja necessário tratamento distintos para as duas espécies comuns em SP, são elas:

A Blattella germânica ou barata alemã: Se adaptou muito bem a ambientes secos com muita proximidade do homem, pela fartura de alimento e acessos que o ser humano proporciona, seja por ornamentações nos estabelecimentos ou pela má higienização dos locais onde ela habita. Frestas em batentes de portas, rejunte de azulejos, conduites de fiação, fatiadores de frios, máquinas de chopp e/ou refrigerantes e etc..

A Periplaneta americana ou barata voadora: Procura para sua sobrevivência, locais úmidos e com pouca acessibilidade ao homem, aparecendo em ambientes abertos somente no período noturno, podem infestar redes de esgoto e/ou redes elétricas. Alimentam-se de qualquer coisa derivada de outros organismos.

Cupim
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Os cupins fazem parte dos animais sociais mais organizados dentre todos existentes, onde cada integrante da colônia possui uma função designada em seu nascimento que será seguida com muito rigor. Abaixo a descrição dos individuo do termiteiro:

Rainha: Responsável basicamente pela ovopostura, mantendo a colônia em crescimento de acordo com sua evolução junto com o macho escolhido são os primeiros integrantes de uma colônia.

Rei: Responsável pela fertilização da rainha, que se encontra em revoadas para formação de uma nova colônia.

Operário (interno): Possuem papel fundamental para a colônia, alimentando a ovopostura da rainha e higienizando o termiteiro.

Operário (externo): Trazem alimento para o interior da colônia.

Soldado: Defendem a colônia contra injúrias causadas por predadores.

Cupim alado: Nascem com única função de revoarem para formação de outros termiteiro, tranformando-se em futuros reis e rainhas de seus próprios termiteiros.

ESPÉCIES DE MAIOR OCORRÊNCIA NO BRASIL

Coptotermes SSP: Esta espécie de cupim vem se tornando cada vez mais abundante na região sudeste do Brasil, devastando quase que imperceptivelmente estruturas de edifício, residências e outras edificações. Sua colônia pode percorrer centenas de metros do foco inicial, confundindo os desavisados sobre sua origem. Geralmente constroem rastro muito característico para proteção da colônia.

Criptotermes brevis: Espécies estritamente relacionada a madeiramento, não consegue se adaptar ou disseminar por locais que não haja celulose. Basicamente se alastram com o transporte de madeiras contaminadas a ambientes com fatura, portanto sua colônia é restrita à disponibilidade de alimento. Quando notamos sua presença (fezes ou pó), geralmente o local já possui uma alta infestação, e faz-se necessário um controle rápido e eficiente.

Mosquito
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Os mosquitos, também conhecidos por pernilongos, muriçocas, sovelas, mosquitos-prego, carapanãs pertencem à classe insecta e ordem Díptera, assim como as moscas.

Doenças:São de grande importância na saúde pública, pois podem transmitir várias doenças, como a febre amarela, dengue, malária, alguns tipos de encefalite, filariose, etc. Os mosquitos são também grandes causadores de incômodo, sendo que muitas áreas de recreação deixam de ser utilizadas devido a presença destes insetos em determinadas épocas do ano. Dentre as espécies importantes de mosquitos estão as do gênero anopheles, aedes e Culex.

Habitat: Os mosquitos vivem em locais próximos a água ou a ambientes relativamente quentes e úmidos. São insetos que fazem a sua revoada ao amanhecer e ao entardecer. As fêmeas colocam seus ovos na água e em sua grande maioria são hematófagas, ou seja, se alimentam diretamente de sangue.

Como evitar:

- Não deixar água acumulada;

- Usar telas em janelas e portas;

- Preservar seus inimigos naturais (lagartixa e sapos);

- Manter lixos e sujeiras longe de casa e não jogar em rios e terrenos baldios;

Curiosidades:

- Grande quantidade de acidentes de trabalho são atribuídos aos insetos (principalmente mosquitos), que podem interferir no sono e no descanso do trabalhador, morador da periferia.

- Cada 300 à 500 milhões de pessoas no mundo contraem malária, sendo que grande parte desses casos acabam em morte. Estima-se que cerca de 300 crianças morrem de malária por hora.

Mosquito da Dengue
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Hoje temos um aumento na dispersão de doenças veiculadas por insetos sendo utilizados como vetores de vírus, bactérias, protozoários e outros, o vírus Flavivirús (o vírus da dengue) vem sendo muito estudado por suas variações e risco que o infectado pode correr.

Em meados de 1980 foi constatada epidemia de dengue em toda América Latina, onde os primeiros casos puderam ser evidenciados.

Foram identificados quatro (4) tipos diferentes que poderiam infectar distintamente os seres humanos, porém somente três (3) tipos se adaptaram no território nacional.

Uma vez infectado pelo Flavivirús, o Aedes aegypti pode transmitir de pessoa para pessoa, pela picada, porém não há possibilidades de transmissão sem a presença do mosquito.

Sintomas:

Forte dores de cabeça, atrás dos olhos, dores musculares, nas juntas, prostração e vermelhidão no corpo.

Combatendo o mosquito da Dengue: Como sabemos que a melhor maneira de evitarmos uma epidemia no estado de São Paulo é inibindo a proliferação da espécie, uma ótima atitude é inibir a eclosão dos ovos, portanto temos que nos atentar a locais que comumente recebem água limpa, seja por meio de distribuição coletiva ou por chuva. Somente com a conscientização e informações sobre os riscos que corremos aliados ao controle químico periódico nos locais de risco é que podemos nos tranqüilizar quanto a dissipação da doença em nossa região.

Como reconhecer o foco do problema:

- Efetuar inspeções periódicas relativo à larva do mosquito que estará em águas limpas após alguns dias de chuva.

- Eliminar qualquer possibilidade de acumulo de água limpa e parada.

- Tomar atitudes ágeis em caso de sintomas parecidos com os descritos acima resgatam a saúde do paciente rapidamente.

O USO DE ALGUNS MEDICAMENTOS PODE POTENCIALIZAR OS EFEITOS DO VÍRUS.

Morcego
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O morcego, conhecido pelo fato de ser único mamífero voador, passou a ser considerado praga urbana há poucos anos, devido à existência de muitos mitos e crenças que cercam este animal, mas principalmente pelo fato de que algumas doenças são transmitidas por suas fezes e mordidas. Tornou-se comum encontrá-los alojados em forros de residências ou empresas, os morcegos adotaram estes novos espaços, substituindo suas antigas moradias (grutas ou cavernas), que hoje dão lugar a condomínios urbanos associados a áreas ecológicas.

A maior parte das espécies de morcegos não tem interesse em mamíferos (não são hematófagos), fazendo sua ronda noturna em busca principalmente de insetos voadores ou frutas na copa das árvores, trazendo risco somente quando colocado em situações extremas de risco.

A verdade é que os morcegos nos ajudam mais do que prejudicam. Eles nos auxiliam na distribuição de sementes de frutas, controle de insetos voadores e outros benefícios.

Quando há uma infestação por morcegos devemos auxiliá-lo a encontrar outro local de acomodação e retira-lo com muita calma e conhecimento, para que não haja mais estresse ou prejuízo ao animal.

Quando há uma infestação por morcegos devemos auxiliá-lo a encontrar outro local de acomodação e retira-lo com muita calma e conhecimento, para que não haja mais estresse ou prejuízo ao animal.

Pombo
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Os pombos representam as aves no controle de pragas urbanas. Apesar de sua postura dócil e seu simbolismo à paz, este animal vem se tornando um problema em vários aspectos para a população urbana, seja ela na degradação de monumentos, edificações e o mais grave de todos, os riscos por transmissão de doenças, esta preocupação se deve ao crescimento populacional da espécie. O homem Possi um papel fundamental a este crescimento a alimentação animais condiciona a ave a trona-se fiel ao local de alimentação, por este motivo, praças, parques ou locais com grande fartura de alimentos tornam-se seus locais prediletos, acomodando-se em residências e / ou empresas nestas regiões.

Columbia Lívia ou pombo Os pombos possuem uma características rara em aves, o que a torna uma praga urbana, sua evolução e a disponibilidade de alimento a tornou onívora (alimenta-se de qualquer alimento). Naturalmente vivem em locais fechados como grutas e copas de arvores, que hoje se tornaram forros de residências, vigas ou ferragens de galpões. Possuem alta fidelidade aos locais de habitação, a ponto de superar algumas injurias e retornarem ao local de origem.

Doenças transmitidas

Criptococose: Fungos sedimentados em fezes de pombos, esta doença invade o tecido pulmonar levando-o a falência, pode levar alguns anos até sua manifestação, principalmente em pacientes imunodeprimidos.

Psitacose: Transmitida pela bactéria clamídia psittaci, também ataca as vias respiratórias por fezes em pombos contaminados, trata-se de uma doença de difícil contração e em alguns casos raros pode ser transmitida de pessoa a pessoa pela respiração.

Salmonelose: Doença originária pela bactéria Salmonela SP, onde se desenvolve em materiais orgânicos em decomposição, portanto fazes de pombos são ótimos reservatórios, pode ser contraído pelos seres humanos alimentando-se de alimentos contaminados por fezes de pombos. É a doença mais comum entre elas e pode ser tratado facilmente com ajuda de um bacteriologista.

Cuidado: Nunca se deve tentar expulsar um pombo de seu local, pois ele pode deixar filhotes e trazer outros problemas.

O local deve ser umedecido antes da higienização para evitar que esporos suspendam no ar.

Alimento de cães e outros animais devem ser retirados após a refeição dos mesmos, para que não haja possibilidade de alimentação pelos pombos.

Roedores
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Os roedores fazer parte de um grupo de animais que crescem a cada dia, seus hábitos e comportamentos se enquadram perfeitamente com a rotina dos seres humanos, e as condições evolutivas permitiram que se desenvolvessem espécies com características distintas, permitindo que os roedores habitassem gradativamente ambientes totalmente diferentes, assim como possuírem uma dieta que passa de onívora até alimentação muito restrita.

Um fato comum que os tornam parentes muito próximo é o crescimento contínuo de seus dentes incisivos, o que pode causar sérios danos ao local em que habitam.

Possuem a necessidade de roer constantemente para que haja um desgaste dos dentes, e qualquer coisa pode tornar-se uma boa escolha, desde caixas de isopor até fusível de eletricidade.

Rattus rattus (Rato de forro ou rato preto): Ágil como nenhum outro roedor, e grande habilidade em escalar, esta espécie vive em locais muito seco como forros onde não haja movimentação por pessoas,materiais acumulados e estoque de supermercado são sua preferência, possui alta capacidade proliferativa e a fêmea pode gerar 33 filhos por ano. Alimentam-se basicamente de grãos e frutas suculentas.

Rattus norvegicus (Rato de esgoto ou ratazana):Possui grande habilidade de natação, além de ser um ótimo escavador, habita locais úmidos como terrenos baldios e gramados, fazendo túneis onde acomodará próximo a locais com fartura de alimentos. A fêmea pode produzir 38 filhotes por ano. Alimentam-se de qualquer coisa que estiver disponível.

Mus musculus (Camundongo): Roedores estritamente relacionados ao homem acomodam-se em locais restrito como eletrodomésticos e possui alta capacidade proliferativa. A fêmea pode gerar 45 filhotes por ano. Alimenta-se basicamente de restos de alimentos vivem quase sempre solitários, pois não conseguem encontrar um para reprodução. Locais onde há entrada e saída de carga constantemente possuem maior facilidade de possuírem uma infestação.

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